Pra inaugurar minha participação no MumuBoêmio como integrante permanente (Valeu Cido !), aí vai pra vocês um pouco da história do clássico “The Wall” do Pink Floyd, de 1979.

Assim como “Dark Side of the Moon” e “Animals”, The Wall também aborda temas com as críticas à sociedade e os mais variados sentimentos comuns aos homens. Porém, The Wall tem um diferencial: se apresenta como uma ópera-rock. A ópera narra a história do anti-herói chamado Pink que sofre pressão de todos, desde os professores da escola (todas partes de ‘another brick on the wall’) até sua própria mãe (ouça ‘mother’). Assim ele constrói um muro entre sua consciência e a realidade, vivendo em um mundo paralelo experiências pessoais provocadas pelas drogas e, após uma ‘bad trip’, ele decide sair do seu mundo e derrubar o muro.

O conceito deste álbum, criado por Roger Waters vai além da música em si. Nos shows de The Wall, um gigantesco muro separava a banda e a multidão, com a presença de vídeos projetados na parede e até marionetes gigantes. Com um custo altíssimo o show completo só foi apresentado algumas poucas vezes.

Vale a pena ouvir The Wall prestando atenção não somente à música em si. Que por sinal é fo**, mas também à mensagem passada por Roger Waters e companhia.
Viva Pink Floyd !
Abraços, Edgard Guedes.
Abril 21, 2008 às 4:47 pm
Ae didi..excelente post de inauguração! Gostei bastante! Bem vindo ao clube! Abraços
Abril 23, 2008 às 11:00 pm
tommy do the who eh mais doido… hehehe
Abril 23, 2008 às 11:51 pm
Noh…o tommy do the who…eh mto bom msm..
Tenho ele aqui em mp3…qr dizer eu tenho a discografia inteira do the who
Agosto 23, 2008 às 2:56 am
The Wall foi escrito e produzido para os espiritos livres, para aqueles que se interessam dia-a-dia a esplana os podres dessa sociedade, para inconformados, para aqueles que ja sentiram na pele o que Pink sentiu ou pelo menos se aproximou. Quero dizer com isso que The Wall é uma marco nas história do rock, é uma filosofia, uma ciencia social, é um estudo da sociedade pela mente mas brilhante que eu ja vi, Roger Waters.